Consumo de lanches prejudica conservação do Sete de Abril

Por Divulgação 22-03-2005 | 00:00:00
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Buscando resgatar a imagem do Theatro Sete de Abril, a direção daquela casa cultural está mantendo contatos com os organizadores de excursões para que não usem mais a frente do prédio como referencial para embarque ou desembarque de viagens. Além de bloquear o visual do teatro, a concentração de pessoas atrapalha o acesso de quem vai prestigiar as apresentações, que agora estão de volta ao Sete de Abril. Também para disciplinar o uso do espaço, os vendedores ambulantes foram deslocados para as proximidades de maneira a que a fumaça gerada pelo carvão para assar o churrasquinho ou o cheiro da fritura de pipoca não invada o teatro. Ao contrário do que algumas pessoas pensam, o teatro não é local para se entrar com pipoca, churrasquinho, bolacha ou mesmo com o tão tradicional chimarrão. “É visível o estrago no estofamento das cadeiras, parapeitos e cortinas dos camarotes em função da gordura das mãos das pessoas que os utilizam como guardanapos”, além de restos de lanches e bebidas jogados pelo chão, comenta a diretora do teatro, Valesca Athaídes Martinez. Mais antigo teatro brasileiro em funcionamento, o Sete de Abril foi inaugurado em 2 de dezembro de 1833, recebendo primeiro que a capital as companhias que chegavam ao Estado através do porto de Rio Grande. Tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional em 1972, passou ao município em 1978. Ingressos Segundo a diretora, é respeitada a lei do meio-ingresso, especialmente para os espectadores acima de 60 anos. As demais promoções dependem da produção de cada espetáculo.

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