Simpósio de Atualização em Abordagem Sindrômica das DST

Por Divulgação 08-11-2002 | 00:00:00
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  A Secretaria Municipal de Saúde e Bem Estar promove nos dias 21 e 22 deste mês o Simpósio de Atualização em Abordagem Sindrômica das DST dirigido aos profissionais da área da saúde que já tenham participado de um treinamento em abordagem. Parceria do Programa Municipal de DST/Aids e Centro de Treinamento em DST da UFPel, o evento será realizado no auditório do Instituto de Educação Assis Brasil, nos períodos da manhã e tarde.  
Cada participante deverá, obrigatoriamente, freqüentar uma oficina de fixação em Abordagem Sindrômica, sendo que as oficinas do dia 22 serão as mesmas do dia 21, possibilitando aos presentes escolherem uma a cada dia. Inscrições na Secretaria Municipal de Saúde, na rua Lobo da Costa, 1764, pela manhã e tarde. Informações pelo telefone 284-7751.  
Programação  
Dia 21 – 8h30min abertura, 8h45min Interpretação sorológica da sífilis, com Mauro Ramos, médico do Hospital Materno Infantil Presidente Vargas, 10h Sífilis congênita, com o médico Valdir Pinto, de São Paulo. Das 14h às 17h oficinas: Fixação em Abordagem Sindrômica, com Adele Schwartz Benzaken e Mauro Ramos; Fixação em Abordagem Sindrômica, com Valdir Pinto, Mariângela Silveira, médica coordenadora do CT UFPel, e Tomaz Isolan, médico especialista em DST, professor do CT UFPel; Oficina de Aconselhamento, com Denise Coelho, CTA, e Josiana Bacelo, do Programa DST/Aids,CT Pelotas, e Oficina de Sexualidade, com Daniel Nakamura, médico CT de Manaus, e Maria Simone Bebacco, do CT Pelotas. Das 17h30min às 19h mesa redonda “Violência Sexual”, com Mauro Ramos, Adele Schwartz Benzaken e Valdir Pinto.  
Dia 22 – Das 8h30min às 10h30min oficinas (as mesmas oferecidas no dia 21). Das 14h às 15h15min, palestra Gestantes e DST, com Valdir Pinto. Das 16h às 17h15min, atualização em herpes genital, com Adele Schwartz Benzaken, médica presidente da Sociedade Brasileira de Doença Sexualmente Transmissíveis.  
AIDS  
De acordo com o relatório do primeiro semestre, o SAE, Serviço Ambulatorial Especializado, parceria da Secretaria Municipal de Saúde com a Universidade Federal que trabalha com pessoas portadoras e doentes de Aids, Pelotas tem hoje em atendimento 1.500 pessoas portadoras do HIV, com uma média de 300 pacientes doentes de Aids. A faixa etária dos portadores e doentes de Aids fica entre 16 e 65 anos. A faixa maior se concentra dos 26 aos 33 anos, que se contaminaram há 5, 10 anos atrás, o que justifica a necessidade de se intensificar as atividades e campanhas dirigidas à juventude. Os dados demonstram que eles estão se contaminando dos 13, 20 anos de idade, na maior parte.  
Considerada também uma doença cultural e social, por envolver hábitos e costumes difíceis de serem modificados, a maior incidência desta doença está em pessoas heterossexuais( que mantêm relações sexuais com parceiros do sexo oposto). Destas, a maioria é formada por mulheres, que também são mais jovens do que os homens.  
Portador do HIV ou soropositivo – basta ter o vírus HIV, detectado através do exame Elisa.  
Doente de Aids – Tem que ser portador do HIV e ter uma série de critérios avaliados pelos médicos. São pessoas com menos defesa para outras doenças.  
Estima-se que para cada portador existem mais três pessoas que não se sabem portadoras.

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