Seurb discute Congresso da Cidade com diversas entidades
  Nesta semana, dando continuidade às atividades preparatórias do Congresso da Cidade, o secretário de Planejamento Urbano, Antônio Soler, juntamente com sua equipe técnica, esteve reunido com diversas entidades a fim de discutir os planos para esta nova etapa do planejamento urbano municipal. As reuniões, preparatórias para o 4º Fórum Intersetorial, que acontece no dia 3 de julho próximo, serão feitas com diversos setores da sociedade.   Na última quarta-feira (22), após o lançamento do Congresso da Cidade, representantes da Seurb estiveram reunidos com o Conplad (Conselho do Plano Diretor), empresariado local, Sinduscon, Centro Empresarial Zona Norte (Cezon), APIP (Associação dos Proprietários de Imóveis de Pelotas), Câmara de Vereadores, Associação dos Revendedores de Combustíveis de Pelotas, Sindilojas, UCPel e representantes das secretarias municipais.   De acordo com o titular da Secretaria de Planejamento Urbano (Seurb), “O Congresso da Cidade é a base para o novo Plano Diretor de Pelotas, e para as novas leis urbanísticas para o município. Nunca houve abertura de processo deste porte para a discussão do plano urbanístico da cidade, um processo com participação e construído sobre as premissas de cidadania, inclusão social e desenvolvimento sustentável. Estamos contando com a participação, efetiva e incisiva, de todos os setores da sociedade”, afirma Soler, acrescentando que objetivo principal é, antes de mais nada, fazer de Pelotas uma cidade para todos.   Para o secretário, a importância do evento e o ineditismo da iniciativa são apenas o primeiro passo para o sucesso do planejamento urbano em Pelotas. “Faremos reuniões nos bairros, distritos, na zona rural, com diversos setores e entidades. As 13 idéias força (propostas básicas elaboradas pela equipe técnica da Seurb) a serem levadas para o Congresso serão profundamente trabalhadas até agosto, e contamos com grande participação de todos.”   Um dos pontos inéditos do novo Plano Diretor para Pelotas é a preocupação com a Zona Rural, que, no atual Plano Diretor não é contemplada por nenhuma legislação específica.