Saúde: Procon aborda redução do iodo no sal consumido no Brasil

Por Divulgação 25-04-2013 | 00:00:00
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Em cumprimento ao disposto no Código de Defesa do Consumidor (CDC) que, entre outras regras, estabelece a difusão de informações relativas à saúde e à segurança dos consumidores, o Procon de Pelotas aborda hoje a redução da dosagem de iodo no sal. A decisão da Anvisa é resultado de avaliação da Comissão Interinstitucional para Prevenção e Controle dos Distúrbios por Deficiência de Iodo e de recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A faixa aprovada do mineral no Brasil agora é de 15 a 45 mg por quilo. A quantidade aceita no País, até a decisão da Agência de Vigilância Sanitária, era de 20 a 60 mg por quilo. “Usado na medida certa, o elemento é fundamental para evitar o ‘bócio’, doença que consiste no aumento da tiróide. Além disso, contribui ao bom metabolismo das mamas, da mucosa gástrica e da próstata”, assinala a chefe do Serviço de Educação ao Consumidor do órgão municipal, economista doméstica Nóris Fonseca Finger. Em excesso, no entanto, o iodo pode causar elevada concentração de hormônio estimulante da Tiróide (TSH), desencadeando o hipertiroidismo, enfermidade cujos sintomas principais são taquicardia, perda significativa de apetite e peso, ansiedade, aumento de sudorese, fadiga e, no caso das mulheres, irregularidades menstruais. A ingestão diária correta também está correlacionada com a diminuição dos riscos de câncer de mama, próstata, endométrio, ovários e estômago. Conforme o gestor responsável pelo Procon local, Jardel Oliveira, as refinarias que produzem o conhecido “sal de cozinha”, a partir da salmoura proveniente de salinas, deverão no período de 90 dias adequar os índices exigidos pela agência reguladora. Oliveira informa que o prazo começa a contar a partir da publicação da norma no Diário Oficial da União (DOU).

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