Saúde monitora foco do Aedes encontrado no Fragata

Por Divulgação 13-05-2005 | 00:00:00
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Agentes da Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde (SMS) detectaram a presença de uma larva do mosquito Aedes aegypti – mosquito transmissor da Dengue – no bairro Fragata, nas proximidades da Cohabduque, em Pelotas. Oitavo foco encontrado, o último foi em 2003, o local, em um raio de 300 metros ao seu redor, já está sendo monitorado. Por segurança, a área será vistoriada novamente na próxima semana. Segundo o coordenador da Vigilância, veterinário Leonardo Raffi, a identificação da larva do Aedes aegypti significa apenas a existência do mosquito, não da Dengue. Mesmo assim, todas as medidas necessárias de controle e eliminação do foco foram tomadas. “A situação está sob controle, entretanto precisamos da colaboração da população na adoção das medidas preventivas para evitarmos a formação de locais favoráveis à proliferação deste inseto”, pondera. Raffi esclarece que os agentes precisam fazer visitas às residências e passar orientação os moradores no procedimento adequado de controle dos vetores.Quando são encontradas larvas, estas são levadas para análise. “O morador deve pedir identidade e checar o crachá do funcionário. Em dúvida pode ligar para o telefone 284.7770”. O controle, em pontos estratégicos, através de armadilhas, é feito pelos agentes de combate ao mosquito pela coleta de larvas. Identificado um foco, por medida de segurança, são inspecionados 100% dos imóveis, num raio de 300 metros. Após a pesquisa dos focos de água são eliminados todos os lixos encontrados nos terrenos e imóveis. Nos casos em que não é possível a adoção destas medidas, são utilizados inseticidas, específicos e autorizados pela Fundação Nacional de Saúde. AEDES: O Aedes tem preferência por locais com água limpa e sem a incidência direta de luz. Por água limpa entendem-se depósitos que não tenham elevada concentração de impurezas, como esgotos. Vasos, baldes, pneus e potes de água para animais são locais de risco, por isso devem ser limpos diariamente. Terrenos com água empoçada também são criadouros em potencial. Piscinas que recebam manutenção regular, com aplicação de cloro e filtragem, não apresentam riscos. No entanto, piscinas abandonadas, sem cuidados, podem abrigar os ovos e larvas do mosquito. Cerca de 90% dos focos do mosquito estão em residências, na água de pratinhos de vasos de planta, por exemplo.

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