“Passe Livre” no sábado(18) e último dia da “Hábitos de dormir” no domingo(19)

Por Divulgação 14-01-2003 | 00:00:00
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Final de semana movimentado no Parque Museu da Baronesa com opções de lazer, cultura e relaxamento. A programação começa na tarde de sábado(18), das 13h30 às 18h30, com mais uma promoção “Passe Livre”, onde o público tem entrada franca no museu. O domingo(19) começa zen, com as aulas matinais de Tai Chi Chuan, abertas ao público em geral, a partir das 10h30. Em meio a agradável área verde do parque, os participantes têm a opção de praticar esta técnica milenar durante uma hora, orientados pelo professor Luis Nunes. Durante a tarde, o público tem também a opção de apreciar o último dia da exposição “Museu da Intimidade I: hábitos de dormir”, que tem como tema as diversas práticas que envolvem o ambiente do quarto burguês no século XIX. A mostra foi inaugurada em no mês de dezembro e devido a grande procura foi prorrogada até este domingo. PASSE LIVRE - O “Passe Livre” no museu começou em 18 de maio, quando é comemorado o dia dos Museus em todo o mundo, e desde então, a cada mês, é definido um sábado para que a população tenha acesso livre ao museu. TAI CHI CHUAN – Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Tai Chi Chuan e Cultura Oriental, Maria Angela Soci, estudos recentes apontaram o Tai Chi como o mais suave e fácil de ser aprendido das artes terapêuticas, físicas e mentais. Seu poder de rejuvenescimento, tanto físico como mental, tem sido comprovado, segundo ela, pois abaixa a pressão sangüínea, irriga as juntas, estimula a circulação, constrói os músculos, e mobiliza o sistema imunológico. E tudo isso sem stress ou tensão, complementa. Em toda a China, milhares de homens, mulheres e crianças de todas as idades, se juntam nos parques das cidades todas as manhãs bem cedo para praticar esta arte graciosa, com o objetivo de melhorar sua forma física e mental. Estudos publicados no ocidente e no oriente mostram que mesmo sendo um tipo de exercício de baixa velocidade, o Tai Chi Chuan ainda melhora a saúde cardiovascular e a forma das pessoas, além de aliviar os estados depressivos. ACERVO DO MUSEU - São aproximadamente 3,7 mil peças expostas no museu, que contam de alguma forma parte da história do local. Destaque para a coleção de móveis que pertenceram a Adail Bento Costa, além de peças como vestuários, imagens e altar em madeira, remanescente da capela de Santa Luzia. Entre os móveis, merecem destaque o quarto de casal trazido de Paris em 1889, quarto que era de Déa Maciel, cadeiras e moveis art-noveau, sala de jantar II Império estilo Luiz Felipe com cadeiras medalhão, armários e mesa de banquete da sala nobre, lavatórios e criados mudos.

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