Mais dois contratos são assinados para reduzir déficit habitacional
Mais dois contratos habitacionais serão assinados hoje(28), destinados a construção de moradias para as famílias com menor poder aquisitivo e àquelas em situação de vulnerabilidade social. Como resultado da parceria entre a Prefeitura de Pelotas, Caixa Econômica Federal e Sinduscon, visando diminuir o déficit habitacional no município, às 11h, no salão nobre, será assinado contrato com o Programa de Arrendamento Residencial(PAR) e com o Programa de Subsídio à Habitação de Interesse Social(PSH). A empresa Labore Engenharia adere ao PAR para construir o Residencial Alta Vista, com 132 unidades, na rua Luiz Braille, próximo a escola Mário Quintana, na Zona Norte. A obra está orçada em R$ 3,5 milhões, o que, somada as outras quatro em andamento, significa o ingresso de cerca de R$ 20 milhões na economia local e a geração de quatro mil novos empregos diretos e indiretos, incluindo mão-de-obra, areais, olarias, ceramistas e fornecedores de material para a construção civil. É expectativa do secretário municipal de Habitação e Cooperativismo, Paulo Oppa Ribeiro, a assinatura de mais quatro contratos pelo PAR até o dia 31 de dezembro deste ano, representando mais 500 apartamentos. Os novos conjuntos habitacionais, ainda em análise pela CEF, serão construídos nas avenidas Ildefonso Simões Lopes e Duque de Caxias e nas ruas Blau Nunes e Gomes Carneiro. Com a adesão destas novas empresas ao PAR, até o final do ano estarão sendo oferecidas às famílias que ganham entre 3 e 6 salários, 1.248 unidades habitacionais, “ultrapassando a nossa meta de mil moradias, observa Oppa Ribeiro”. Pelotas é a primeira cidade no Estado que mais constrói pelo PAR. Já está disputando a segunda colocação a nível nacional. PSH Para as famílias com renda bruta de até um salário mínimo será assinado contrato com o Programa de Subsídio à Habitação de Interesse Social. 125 famílias do Getúlio Vargas foram beneficiadas nesta primeira etapa do convênio que prevê a liberação de recursos para 300 moradias às pessoas em situação de vulnerabilidade social. As moradias, embriões em alvenaria com 22 metros quadrados, serão construídas pela Serial Engenharia, empresa pelotense credenciada pela Caixa. Cada casa é composta por banheiro, incluindo vaso sanitário e pia, cozinha e um espaço maior que pode ser utilizado como quarto e sala. Pelo convênio, a União, através de seu orçamento geral, subsidia, a fundo perdido, R$ 4,5 mil e a Prefeitura participa com 500 reais para completar o custo de cada moradia, orçado em R$ 5 mil . Como os recursos da Prefeitura pertencem ao Fundo Municipal de Habitação, já liberados pelo Conselho, cada contemplado paga uma prestação mensal de 10 reais, até quitar o empréstimo de 500 reais. Nesta primeira fase do PSH será atendida a demanda reprimida. Nestes dois anos se inscreveram na Secretaria de Habitação mais de 300 famílias, solicitando material para construção ou chalés. Pelos dados do cadastro ,a maioria das famílias é oriunda do bairro Getúlio Vargas, daí a sua prioridade no PSH. A próxima comunidade a ser beneficiada será a do Dunas.