Graniteiros ilegais são retirados da área da Pedreira Municipal
A Cerca de 30 graniteiros que trabalhavam ilegalmente em área de exploração da Pedreira Municipal (Empem) foram proibidos de permanecer no local pela PATRAM - 7ª Companhia Ambiental, na última segunda-feira (18), sob a alegação de dano ao meio ambiente. A Segundo o diretor-presidente da Empem, Júlio Moretti Gross, não procedem as informações de que a Empem teria sido multada e de que os graniteiros estariam impedidos de retirar seus instrumentos de trabalho do local. “Na realidade o que ocorreu foi o não cumprimentos dos diversos acordos feitos pela empresa com os graniteiros. Além do mais, a proibição da Patram tem a ver com a degradação ambiental feita no local por eles. Obviamente, se a Empem não cumprir o determinado pela Patram será multada”. Em 2001, quando a atual administração de Pelotas assumiu a Pedreira, cerca de 40 graniteiros já exploravam o local de forma ilegal. Como forma de buscar uma alternativa para o problema, que têm como desdobramento a degradação ambiental, foi feito um acordo entre os 23 graniteiros e a empresa, com acompanhamento de representantes da Câmara de Vereadores e da Prefeitura de Capão do Leão. Em novembro do ano passado ficou acertado que 17 graniteiros deixariam o local até o dia 11 de fevereiro e os seis restantes sairiam assim que terminassem os trabalhos em andamento. A O empenho da direção da Pedreira Municipal em buscar uma solução foi em vão, uma vez que os acordos não foram cumpridos pelos graniteiros. Pelo compromisso firmado, não seriam abertos novos focos de exploração e nem a entrada de novos graniteiros no local. Entretanto a direção da EMPEM identificou em vários locais marcas de extração recente e mais de 30 graniteiros atuando no local. Por fim, os que haviam concordado em deixar o local após a conclusão do trabalho anterior, já estavam trabalhando em novos pontos de extração. A A partir de agora, com retirada dos graniteiros do local por ação da Patram, a Pedreira Municipal deverá arcar com a responsabilidade de recuperação da área ambiental degradada. Segundo Gross, a situação chegou a esse extremo por que os graniteiros não cumpriram os acordos feito.