Coleta Seletiva
  A Secretaria de Qualidade Ambiental está finalizando a colocação de lixeiras seletivas nas repartições públicos municipais. Esta ação, em respeito à lei municipal de nº 3495/92, irá ampliar a atividade de separação dos resíduos limpos dos orgânicos, prática que já se dá em algumas residências da cidade e ruas, com os sistemas Coleta Solidária e de lixeiras ecológicas para pedestres (as LEPPs).   A colocação das lixeiras teve início no segundo semestre do ano passado, começando a partir da Secretaria de Planejamento Urbano (Seurb) e Qualidade Ambiental (SQA), além dos dois Hortos Municipais. Trata-se de duas lixeiras de abertura basculante, uma em tonalidade alaranjada e uma em verde. As verdes receptam o lixo limpo, apresentando adesivo com a identificação escrita lixo limpo e ilustrações de papel, vidro, metal e plástico, além de sacos plásticos na cor verde. Os cor de creme são destinados ao lixo orgânico, com a identificação escrita lixo orgânico e as devidas ilustrações (restos de frutas, de outros alimentos, cigarro, etc), além do saco plástico na cor laranja.   De acordo com a lei, e com especificações técnicas definidas por consenso, estas lixeiras devem sempre ter a mesma cor, tanto na própria lixeira quanto nos adesivos e nas sacolas plásticas, o que permite identificação rápida e automática por parte dos usuários. As sacolas em cores específicas (diferentes do azul ou do preto, como lhes é comum) ajudam os coletores do lixo, que facilmente identificam e agrupam o material de acordo com cor e finalidade.   Esta ação, que faz parte do Sistema Municipal de Coleta Seletiva, completa as disposições da lei 3495, que também definem a instalação de lixeiras seletivas em praças e calçadões do centro e balneários. Exemplo disto são os colipos (contentores de lixo limpo) instalados no Laranjal; e as LEPPs colocadas em pontos do centro da cidade, que também são destinadas ao depósito de lixo orgânico e respeitam o código de cores e identificação escrita e ilustrada. Estas são destinadas apenas ao lixo dos transeuntes, como pequenas embalagens, baganas de cigarro e restos de frutas e lanches, além de papel higiênico usado, por exemplo.   De acordo com o titular da SQA, Alexandre Melo, os órgãos públicos produzem muito lixo limpo. “A instalação destas lixeiras seletivas não só diminui o volume de lixo que vai direto ao lixão como ajuda famílias que fazem parte do projeto Coleta Solidária. É uma ação de educação ambiental e inclusão social”, diz. O lixo orgânico proveniente das repartições públicas continuará a ser coletado pelo sistema tradicional de coleta de lixo, porém o lixo limpo será coletado por carroceiros e charreteiros do Coleta Seletiva, levando o material aos galpões de triagem.