Patrimônio Imaterial
Coleta do lixo - A Dra. Éster Gutierrez levanta alguns aspectos sobre o antigo sistema de lixo da cidade.
Chafariz da Matriz (1873) - Este chafariz vindo de Paris encontra-se desaparecido. Muitas especulações giram em torno do paradeiro da fonte.
Casas de banho, lavatórios públicos - No contrato com a Companhia Hydráulica Pelotense havia uma cláusula que permitia que esta instalasse em Pelotas casas de banho e lavadouros Públicos.
Aguadeiros - A existência de particulares que realizavam o serviço de venda de água em barris para as casas mais abastadas é importante história de nossa cidade.
Saturnino de Brito - A presença deste importante sanitarista na cidade e seu trabalho em diversos projetos de saneamento precisam ser registrados.
Cacimbas, poços e cisternas - O antigo sistema de abastecimento da cidade se compunha de cacimbas, poços e cisternas. Esta história precisa ser recuperada. A presença do negro escravo como principal agente deste sistema de abastecimento deve ser registrada.
Diante de tal riqueza patrimonial o SANEP projeta a criação do Museu e Espaço Cultural do Saneamento de Pelotas que será responsável pela salvaguarda e todas as ações relacionadas ao Patrimônio Cultural da Autarquia.
Nossa cidade tem tentado se estabelecer no cenário nacional como detentora de potencial turístico e cultural. Cabe as diferentes instâncias do poder público colaborar com esta política de turismo na região e esta Autarquia tenciona fazer a sua parte com a criação deste espaço cultural. Para atrair investimentos e turistas a cidade precisa estar conservada e em condições de promover rotas turísticas.
O Museu servirá para se dedicar exclusivamente ao Patrimônio da Autarquia, desincumbindo a mesma de maneira satisfatória de sua responsabilidade social.
O Museu e Espaço Cultural do Saneamento de Pelotas ao reunir elementos de importância histórica para o desenvolvimento do saneamento no município objetiva criar condições necessárias para difusão da história do saneamento, suas principais obras e profissionais, como forma de popularizar os princípios das ciências patrimoniais junto ao público, seja histórico ou ambiental.
A proposta é fazer não apenas exposições, mas um museu vivo, com espaço para aulas, pesquisas, cursos e projetos culturais.
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